Dança Leão

Dança do Leão - 舞獅
Mandarin pinyin: Wǔ shī
A Dança do Leão é uma reconhecida tradição do folclore Chinês e é parte importante de uma tradicional escola de Kung Fu. É parte essencial das festividades e comemorações chinesas e tem grande importância em eventos como Aberturas oficiais de jogos, recepções aos governantes, casamentos, inaugurações de negócios etc. Geralmente é realizada por escolas de Kung Fu nesses tipos de eventos para espantar os maus espíritos, trazer muita sorte, felicidade e prosperidade.
A Dança do Leão representa o espírito de uma escola de Kung Fu, realizada por seus membros. Nenhuma escola tradicional de Kung Fu é considerada completa sem uma equipe de Dança do Leão. Juntamente com a arte marcial, a Dança do Leão vem sendo passada de mestre para discípulo há séculos. As habilidades necessárias para as apresentações incluem força, resistência, flexibilidade, equilíbrio, e a habilidade de visualizar e improvisar movimentos expressivos. A pesada cabeça do leão requer um praticante com braços e ombros fortes, e a movimentação de pernas incluem as mais variadas posturas e chutes do Kung Fu. A pessoa que fica na cauda permanece com as costas inclinadas a maior parte do tempo, o que requer pernas e costas muito fortes.
A História
A Dança do Leão tem uma história muito longa. O primeiro registro de uma apresentação de uma forma arcaica de Dança do Leão data das dinastias Qin - 秦 e Han - (300 A.C.). Entretanto existem muitas diferentes história e mitos sobre como e quando se originou, e não existem registros históricos exatos sobre seu nascimento.
1 - O sonho do Imperador
Uma das histórias mais populares coloca a origem da Dança do Leão na dinastia Tang - (618 - 907 d.C.). De acordo com a lenda, o imperador da época teve um estranho sonho numa noite. Neste sonho, uma estranha criatura (leão) salvou sua vida e o levou para um lugar seguro. No dia seguinte, desejando saber que criatura era aquela e qual o significado de seu sonho, o imperador reuniu seus ministros e descreveu seu sonho. Um deles explicou ao imperador que aquela estranha criatura era semelhante a um animal do ocidente (leão). O Imperador ordenou que construíssem figuras representando esse animal “mítico”, começaram então a esculpir Leões para as entrada dos palácios, pinturas de Leões nas paredes, e confeccionar trajes e fantasias para representar esse animal em espetáculos para a corte imperial e por ter salvado sua vida em seu sonho, o Leão se tornou símbolo de sorte, felicidade e prosperidade.
2 - O monge que guia
Outra história conta sobre um leão que freqüentemente aterrorizava uma pequena vila na China. Para cessar com os ataques da besta, os moradores se juntavam batendo potes e panelas para fazer um barulho tão alto que espantasse a fera. Ainda se conta que alguns moradores da vila se vestiam com uma fantasia que parecia um leão. Eventualmente seus truques funcionavam e o leão desaparecia. Outra versão dessa mesma história conta que os moradores não sabiam como parar os ataques do leão, então foram consultar um monge budista para obter ajuda. Este monge teria domado o leão, que passou a ser o protetor da vila. O Monge é geralmente representado pelo Buda com cabeça grande (Dà Tóu Fó - 大頭佛), visto nas apresentações de Dança do Leão do Sul da China.
3 - A Deusa da Misericórdia
Esta outra versão é considerada mais mitológica. Ela conta que o Leão nasceu no Céu. A lenda diz que o animal era muito travesso e pregava peças, portanto criava muitos problemas para todos. Numa ocasião ele resolveu pregar uma peça no Imperador de Jade. Por causa de sua travessura, o Imperador ficou furioso e matou o leão, cortando sua cabeça e separando-a do corpo. O Imperador de Jade então jogou a cabeça e o corpo do leão na Terra para apodrecer. Entretanto, não muito depois deste incidente, Quan Yin - 觀音 (Deusa da Misericórdia) sentiu pena do leão e decidiu ajudá-lo. Com uma longa faixa vermelha, ela amarrou a cabeça do leão de volta ao seu corpo e o trouxe de novamente à vida. Essa faixa vermelha aparece até hoje nos leões chineses e se diz que tem a habilidade de evitar os maus espíritos. Quan Yin ainda deu ao leão um chifre para lutar e um espelho para espantar os espíritos ruins.
Importância do Leão
O leão é parte importante nas celebrações de ano novo chinês, a dança também é associada com sistemas sulistas de Kung fu, que acontecem desde os dias dos ching – manchu, quando artistas marciais usavam a dança como meio secreto para se comunicar, neste período a dança teve sua maior fama quando os patriotas chineses fomentando rebeliões contra os ching, a dança do leão foi apresentada de aldeia em aldeia com disfarce de celebração que na realidade, artistas marciais revolucionários estavam trocando informações e arrecadando dinheiro revolucionário, nessas apresentações o leão comia a alface, que continha dentro de suas folhas dinheiro e/ou informações.
O Leão é tradicionalmente considerado como uma criatura guardiã em muitas culturas asiáticas. A dança do leão é realizada em muitas culturas asiáticas, incluindo China, Japão, Vietnã, Coréia, Taiwan e Tailândia, entre outros, cada país possuindo seu estilo e propósitos próprios.
Para o estudante moderno a dança oferece além do folclore chinês exercícios vigorosos, tanto cardiovasculares como muscular, e, sobre tudo trabalho técnico onde oferece a oportunidade de identificar sua escola através de posturas e rotinas, assim o estudante de kung fu vem a conhecer os aspectos das artes marciais chinesas como: o valor das armas tradicionais, as formas mão-vazias, o aspectos sociais como o respeito e a cortesia para com seu Shi fu, irmãos e sociedade.
Dança fora-da-lei
Durante os anos 1950-60 em Hong Kong, pessoas que se juntavam às trupes de dança do leão tinham perfil de bandidos e havia muitas brigas entre trupes de dançarinos e escolas de Kung Fu. Os pais tinham medo que seus filhos se juntassem à trupe de dança do leão por causa da associação "criminosa" de seus membros. Durante festivais e performances, quando trupes de dança do leão se encontravam, havia brigas entre os grupos. Alguns truques acrobáticos eram utilizados para que o leão "lutasse" e nocauteasse outros leões rivais. Os participantes chegavam mesmo a esconder adagas em suas roupas e sapatos, as quais podiam ser usadas para ferir as pernas de outros dançarinos, ou mesmo colocavam um chifre de metal na testa do leão, o qual podia ser usado para golpear a cabeça de outros leões.
A violência chegou a tal ponto que o governo de Hong Kong teve de proibir completamente a dança do leão. Agora, como em muitos outros países, as trupes de dança do leão devem obter uma autorização das autoridades para poder realizar a dança. Embora ainda haja certo grau de competitividade, as trupes tornaram-se bem menos violentas e agressivas. Hoje, a dança do leão é uma atividade muito mais voltada para os esportes e a recreação do que a representação de um determinado modo de vida.
O Leão
Estrutura
A cabeça é construída de um vigamento de bambu e coberta com papel colorido que encarna sua forma, dentro da cabeça está um sistema de alavancas e cordas que permite ao dançarino manipular olhos e orelhas e preso a parte inferior da cabeça fica uma placa articulada que representa sua boca. Um longo manto de tecido multicolorido forma o corpo e rabo (a opção de se usar calças acompanhando o manto). Um Leão completo pesa em torno de 20 kg.
Estilos diferentes e tipos de leões.
Os dois tipos mais populares de dança do leão na cultura chinesa.
Leão do Norte
A dança nortista se originou nas regiões setentrionais da China onde fica sua capital, Beijing (北京) e a “cidade proibida”, era usada para o entretenimento da corte imperial.
Durante uma apresentação, os leões nortistas se parecem com um cão pequinês, e seus movimentos são muito realistas. Acrobacias são muito comuns, com proezas como se equilibrar ou se balançar sobre uma bola gigante. Leões nortistas às vezes aparecem como uma família, com dois grandes leões "adultos" e um par de "leõezinhos", esse costume é conhecido como: Lar da Dança do Leão - 狮舞之乡 - shi wu zhi xiang.
No norte, é comum os leões aparecem em pares, são geralmente de cor vermelha, laranja e amarela (às vezes com pelagem verde para a leoa), e de aparência desgrenhada com a cabeça dourada.
Leão do Sul
Guang dong (廣東) é o lar da variedade sulista. No sul a dança é de natureza mais simbólica. Ela é realizada geralmente como uma cerimônia para exorcizar espíritos maléficos e para invocar sorte e felicidade. O Leão sulista exibe uma vasta variedade de cores e tem uma cabeça peculiar com grandes olhos, um espelho na testa e um chifre único no centro da cabeça.
O estilo sulista pode ser subdividido em Fo Shan (Montanha do Buda), Hok Shan (Montanha do Grou), Fo Hok (estilo menor que é quase um híbrido de Fo Shan e Hok Shan), Chow Gar (estilo menor praticado pelos participantes do estilo de Kung Fu da família Chow) e o Qing shi (青獅), Leão Verde - popular entre os Fujianos, Hokkianos e Taiwaneses.
Fo San é o estilo que muitas escolas de Kung Fu adotam. Ele requer movimentos poderosos e resistência quando em espera. O Leão se torna a representação da escola de Kung Fu e somente os estudantes mais avançados podem realizá-lo.
O estilo Hok Shan é mais comumente conhecido como um estilo contemporâneo. O estilo contemporâneo Hok Shan combina uma cabeça de leão sulista com os movimentos do Leão nortista. O estilo Hok Shan tenta reproduzir um aspecto e movimentos mais realistas, bem como performances acrobáticas. Sua cauda curta é também favorita entre as trupes que fazem o salto da baliza (jong).
Quando o Leão entra numa vila ou jurisdição, imagina-se que ele preste seus respeitos ao templo budista local, em seguida aos ancestrais e finalmente atravesse as ruas para trazer felicidade ao povo. Existem três tipos de Leão: o Leão dourado, representando vigor; o Leão vermelho, representando coragem; e o Leão verde, representando amizade.
Outros tipos de leão
Três outros tipos famosos de leão são identificados como: Liu Bei, Guan Yu e Zhang Fei. Eles representam personagens históricos da dinastia Shu Han (蜀漢), registrados no clássico Romance dos Três Reinos 三國 (San Guo - 280-220 A.C.):
劉備 - Liu Bei (161 – 223 A.C.), Foi regente (221-223 A.C.) do reino de Shu (蜀), mais velho dos três, reputado por sua inteligência e possuidor de um caráter muito doce. O Leão de figura branca tem uma cara amarela, cauda multicolorida e pelagem branca. Ele é descrito como um sábio usado pelos mestres das escolas de Kung Fu.
關羽 - Guan Yu (160–219 A.C.) Foi um talvez o maior general da china, conhecido por seu extraordinário domínio da técnica marcial, valentia e coragem assim como pela devoção a amizade é descrito como o mais nobre dos leões, usado mais comumente em cerimônias. O Leão tem uma cara e cauda vermelha, e pelagem negra.
張飛 - Zhang Fei (168 -221 A.C.) Também general é um dos “cinco generais tigres”, irmão de Liu Bei e Guan Yu por pacto de sangue, muito forte na prática do Kung Fu, feroz e igualmente corajoso, mas dotado de um espírito simples e rude é descrito como o leão mais agressivo, usado por jovens mestres que desejam provar o próprio valor. O Leão tem cara, cauda e pelagem negras.
Um sinal de desafio
Por ocasião de diversas cerimônias, quando os Leões de duas escolas diferentes deparam-se na rua, é costume que eles abaixem a cabeça e que o ritmo dos tambores que os acompanham diminua, em sinal de saudação amigável. Assim as duas escolas, simbolizadas aqui por seus respectivos Leões, se cruzam em paz. Se num momento qualquer acontece que a cabeça de um dos Leões fique levantada e que o ritmo do tambor se acelere, é um sinal de desafio que pode ser seguido por afrontas violentas até a destruição completa de um dos Leões.
Normalmente é o Leão Preto que chama pro desafio, o vermelho costuma aceitar facilmente, mas tem uma postura mais marcial (não costuma chamar para o combate), já o Leão branco e os coloridos são mais pacíficos e por isso são chamados de Leões auspiciosos.
As Rotinas
Durante a execução das rotinas, o dançarino demonstra o quanto sua escola é hábil e conhecedora de técnicas de kung fu.
Todas as rotinas começam com abertura de cerimônia da boa sorte ao se curvar, no próximo ato o leão caminha em um circulo grande enquanto cheira o ar, arranha o chão, se coça ou se lambe e agindo de forma surpresa (a cabeça do leão fica acima da cabeça do artista enquanto as pernas assumem a postura do gato), os dançarinos mudam sua encenação de acordo com o humor retratado, as pernas do artista debaixo da cabeça representam as pernas do leão.
Algumas Rotinas:
Batismo do Leão: Antes da primeira dança, o Leão recebe um batismo formal, pinga-se sangue de galo nos olhos do leão e amarra-se uma faixa vermelha no chifre.
Leão dormindo: essa rotina é normalmente feita após a cerimônia do batismo, o atleta fica com os olhos semi-cerrados, sua perna direita fica a frente da esquerda tropeçando de sono e então fica sentado em uma posição encolhida enquanto se inicia um balanço de um lado para o outro de forma lenta como se o leão estivesse dormindo, de repente abre os olhos maneja as orelhas se coça se lambe e a partir daí inicia-se vários passos e movimentos com a cabeça.
Leão em vigilância: Leão morde o ar, boceja, caça moscas
Leão coça o rabo: A cabeça da mordidas na traseira perseguindo em círculos como se tivesse atacados por pulgas, coça debaixo das pernas traseira etc.

Leão saiu da caverna
: Representa a saída da caverna dois cavalos com bandeiras ou armas longas.
Leão cauteloso: Medroso de possível ataque salta freqüentemente para trás.
Colhendo verduras - 採青 - cai qing: Durante o Ano novo chinês, dançarinos do leão de escolas de artes marciais costumam visitar lojas, o comerciante amarra um envelope vermelho contendo dinheiro numa cabeça de alface e a pendura em frente a porta da frente. O leão aborda então a alface como um gato curioso, "engole" a alface e cospe fora as folhas, mas não o dinheiro. Supõe-se que a dança do leão traga boa sorte e fortuna para o negócio, e os dançarinos recebem o dinheiro como recompensa (além deste aspecto lúdico, o "cai qing" era encarado como um pedido de proteção formal; ao aceitar o presente, a escola de Kung Fu cujos alunos realizavam a dança, comprometia-se a vir em socorro do comerciante caso seu estabelecimento fosse assaltado). A tradição tornava-se assim, uma transação mútua.
Outros tipos de "verduras" () podem também ser usados para desafiar a trupe, quando, por exemplo, potes de abacaxi, laranja, banana e pedaços de cana-de-açúcar são usados para criar barreiras. A dança é também realizada em outras ocasiões importantes incluindo festivais chineses, cerimônias de inauguração de negócios e casamentos tradicionais.
Hoje em dia, os negócios não exigem muito dos dançarinos, e este é um dinheiro fácil para as escolas de artes marciais. Nos dias de antanho, a alface eram erguidos entre 4,5 e 6 metros de altura e somente artistas bem treinados em artes marciais podiam alcançar o dinheiro. Estes eventos tornaram-se um desafio público. Uma grande quantia de dinheiro era oferecida, e a platéia esperava um bom espetáculo. Algumas vezes, se leões de várias escolas de artes marciais abordavam a alface ao mesmo tempo, imaginava-se que os leões deveriam lutar para decidir quem seria o vencedor.
Os leões tinham de lutar com refinados movimentos de leão, em vez dos estilos caóticos de luta de rua. A platéia então julgava a qualidade das escolas de artes marciais de acordo com o que os leões haviam lutado. Dado que a reputação das escolas estava em jogo, as lutas eram geralmente ferozes, mas civilizadas. O leão vencedor usaria então métodos criativos e habilidades de artes marciais para alcançar a recompensa pendente nas alturas. Alguns leões podiam dançar sobre pernas de pau e alguns podiam formar pirâmides humanas compostas por seus colegas de escola. Os dançarinos e as escolas ganhavam elogios e respeito, em acréscimo à grande recompensa financeira, quando se saíam bem.
Três estrelas que cercam a lua: é colocado dinheiro em forma de alface cercado por três laranjas, é uma rotina básica para desenvolver habilidades em novos dançarinos.
Sete estrelas que cercam a lua: requer mais habilidade e equilíbrio, uma panela redonda com pouca água e algumas moedas, sete laranjas e uma alface, após comer as laranjas ou mexericas e cuspindo para o ar, para comer a alface o leão pula em cima da panela se equilibrando nas beiradas e cuidadosamente come a alface e recolhe as moedas.
Cobra venenosa bloqueia a estrada: uma lança sobre um banco (pantan) com duas mexericas representando os olhos, apontada para cima, o leão salta para cima e para o banco tragando a cobra, o dançarino de trás joga fora a lança, outro aspecto é quando o leão luta com a lança ou osso contra adversários e nessa lutas utiliza somente a boca para as manobras enquanto se equilibra sobre o banco lanceando e brandindo.
Leão cruza ponte: A forma mais simples desta rotina é usar um banco (pantan), são colocadas três xícaras próximas aos três pés do branco. Em cima do banco o dançarino movimenta a cabeça e pula de um lado e do outro e remove cuidadosamente as três xícaras. Para praticantes mais experientes cruzar o rio em (05) cinco bancos, três se empilham um sobre o outro e os outros ficam dispostos em paralelo, o leão deve atravessar a ponte procuras a comida e retornar “requer muito equilíbrio”.
Superstições
Os chineses são muito supersticiosos. Existem muitas coisas sobre o Leão que você absolutamente não pode fazer, por exemplo:
- Quando um Leão entra em um novo restaurante, ele vai até a cozinha e curva-se em saudação, para trazer boa sorte.
- Quando o Leão sai, ele deve sempre fazê-lo de costas. A pessoa que faz o rabo sempre sai primeiro. Alguns grupos não sabem disso e fazem com que a cabeça do Leão saia primeiro, o proprietário vê isto como má sorte.
- Outro grupo se aproxima de um tacho cheio de água onde tem um peixe vivo, o Leão deve pegar o peixe e devolvê-lo ao proprietário do restaurante e isto traz boa sorte.
- Faz parte da tradição chinesa dar coisas para o Leão, tais como alface ou até pedaços de cana no formato do personagem designado um ano específico. O Leão deve recolher as oferendas na ordem reversa daquelas que foram colocadas.
- É de costume pendurar coisas na porta de entrada para atrair os Leões, de modo que eles tragam boa sorte para o ano novo, pode-se pendurar dinheiro em barbante ou colocá-lo em um envelope.

Formação do grupo
Tambor: normalmente é o Mestre da escola
Pratos: (1 a 3) os alunos mais velhos
Gongo: o aluno mais velho da escola.
Cabeça do Leão: o aluno mais habilidoso e corajoso.
Cauda do Leão: o aluno mais forte.
Monge Dà Tóu Fó - 大頭佛, “Buda cabeçudo” ou “Monge da cabeça grande”, personagem que segundo a tradição simboliza simplicidade e nobreza de sentimentos, para com a natureza e os animais. Durante a dança tem papel importante, pois de certa forma conduz o Leão mostrando-lhe o caminho por onde deve passar.
Uma dança demora de 20 a 30 minutos ou mais.
Fonte: http://www.kungfumao.com.br/dancaleao.htm

1ª TURMA CURSO DA DANÇA DO LEÃO - NATAL / RN 2007

1ª TURMA CURSO DA DANÇA DO LEÃO - NATAL / RN 2007
Participação de representantes de outros estados, CE e PB além de alunos e professores de outros estilo.

2° CURSO DA DANÇA DE LEÃO - ARACAJU/SE 2008

2° CURSO DA DANÇA DE LEÃO - ARACAJU/SE 2008
Mestre Edilson Moraes ao centro e Prof. Marcelo Ramos/SE, Sifu Jucivaldo/BA e prof. Marcelo Sena / RN e alunos Sergipanos - Realizado no dia 31 de maio de 2008 em Aracaju/SE.



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Prof. Marcelo Sena

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Sifu Marcelo Sena - especialista em Garra de Águia

Premio DEZ 2007

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